Livreto celebrativo | Ordinário Latim Dedicação das Basílicas dos Santos Pedro e Paulo, Apóstolos

 

LIVRETO CELEBRATIVO
DEDICAÇÃO DAS BASÍLICAS DOS SANTOS PEDRO E PAULO, APÓSTOLOS
ORDINÁRIO LATIM
PRESIDIDA POR VOSSA EMINÊNCIA
DOM ENZO CARDEAL ROSA
VIGÁRIO GERAL DA DIOCESE DE ROMA 

18.11.2025 - Basílica de São Pedro em Roma, Itália

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Jr 29, 11. 12. 14

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Cogitationes meae pacis et non afflictionis, dicit Dominus. Invocabis me et exaudiam te, et ex omnibus locis adducam fortunas tuas.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti.
℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: Dóminus vobíscum.
℟.: Et cum spíritu tuo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: Fratres, agnoscámus peccáta nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebránda.

Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Confitemur peccata nostra:
.: Confíteor Deo omnipoténti et vobis, fratres, quia peccávi nimis cogitatióne, verbo, ópere et omissióne:
e, batendo no peito, dizem:
pmea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Ideo precor beátam Maríam semper Vírginem, omnes Angelos et Sanctos, et vos, fratres, oráre pro me ad Dóminum Deum nostrum.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis pecátis nostris, perdúcat nos ad vitam ætérnam.
O povo responde:
.: Amen.
 
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Pres.: KYRIE ELEISON.
℟.: KYRIE ELEISON.

Pres.: CHRISTE ELEISON.
℟.: CHRISTE ELEISON.

Pres.: KYRIE ELEISON.
℟.: KYRIE ELEISON.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito*, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

℣.: Glória in excélsis Deo

et in terra pax homínibus bonæ voluntátis.
Laudámus te, benedícimus te,
adorámus te, glorificámus te,
grátias ágimus tibi propter magnam glóriam tuam.

Dómine Deus, Rex cæléstis, Deus Pater omnípotens.
Dómine Fili Unigénite, Iesu Christe,
Dómine Deus, Agnus Dei, Fílius Patris.

qui tollis peccáta mundi, miserére nobis;
qui tollis peccáta mundi, súscipe deprecatiónem nostram.
Qui sedes ad déxteram Patris, miserére nobis.

Quóniam tu solus Sanctus, tu solus Dóminus,
tu solus Altíssimus, Iesu Christe,
cum Sancto Spíritu:
in glória Dei Patris.

Amen! Amen!
ORAÇÃO COLETA

Pres.: Orémus.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Domine Deus noster, da nobis gratiam ut semper in servitio tuo gaudeamus, nam ad perpetuam et plenam felicitatem non adipiscemur nisi fideles tibi, Creatori omnium bonorum, maneamus. Per Dominum nostrum Iesum Christum, Filium tuum, qui Deus es, et tecum vivit et regnat, in unitate Spiritus Sancti, per omnia saecula saeculorum.
℟.: Amen.
LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(2Mc 6, 18-31)

Leitor: Leitura do Primeiro Livro dos Macabeus

Eleazar era um dos principais doutores da Lei, homem de idade avançada e de venerável aparência. Quiseram obrigá-lo a comer carne de porco, abrindo à força sua boca. Mas ele, preferindo morrer gloriosamente a viver desonrado, caminhou espontaneamente para a tortura da roda, depois de ter cuspido o que lhe haviam posto na boca. Assim deveriam proceder os que têm a coragem de recusar aquilo que nem para salvar a vida é lícito comer.1Os encarregados desse ímpio banquete ritual, que conheciam Eleazar desde muito tempo, chamaram-no à parte e insistiram para que mandasse trazer carnes cujo uso lhes era permitido e que ele mesmo tivesse preparado, apenas fingisse comer carnes provenientes do sacrifício, conforme o rei ordenara. Agindo assim evitaria a morte, aproveitando esta oportunidade que lhe davam em consideração à velha amizade. Mas ele tomou uma nobre resolução digna da sua idade, digna do prestígio de sua velhice, dos seus cabelos embranquecidos com honra, e da vida sem mancha que levara desde a infância. Uma resolução digna, sobretudo, da santa legislação instituída pelo próprio Deus. E respondeu coerentemente, dizendo que o mandassem logo para a mansão dos mortos. E acrescentou: “Usar desse fingimento seria indigno da nossa idade. Muitos jovens ficariam convencidos de que Eleazar, aos noventa anos, adotou as normas de vida dos estrangeiros; seriam enganados por mim, por causa do fingimento que eu usaria para salvar um breve resto de vida. De minha parte eu atrairia sobre minha velhice a vergonha e a desonra. E ainda que escapasse por um momento ao castigo dos homens, eu não poderia, nem vivo nem morto, fugir das mãos do Todo-poderoso. Se, pelo contrário, eu agora renunciar corajosamente a esta vida, vou mostrar-me digno de minha velhice, e deixarei aos jovens o nobre exemplo de como se deve morrer, com entusiasmo e generosidade, pelas veneráveis e santas leis”.

Ditas estas palavras, caminhou logo para o suplício. Os que o conduziam, transformaram em brutalidade a benevolência manifestada pouco antes. E consideraram loucas as palavras que ele acabara de dizer. Eleazar, porém, estando para morrer sob os golpes, disse ainda entre gemidos: “O Senhor, em sua santa sabedoria, vê muito bem que eu, podendo escapar da morte, suporto em meu corpo as dores cruéis provocadas pelos açoites, mas em minha alma suporto-as com alegria, por causa do temor que lhe tenho”. 31Assim Eleazar partiu desta vida. Com sua morte deixou um exemplo de coragem e um modelo inesquecível de virtude, não só para os jovens, mas também para toda a nação.

Leitor: Verbum Dómini.
℟.: Deo grátias.
SALMO RESPONSORIAL
 (Sl 3, 2-3. 4-5. 6-7 (R. 6b))

℟. É o Senhor quem me sustenta e me protege!


— Quão numerosos, ó Senhor, os que me atacam; quanta gente se levanta contra mim! Muitos dizem, comentando a meu respeito: “Ele não acha a salvação junto de Deus!” ℟.


— Mas sois vós o meu escudo protetor, a minha glória que levanta minha cabeça! Quando eu chamei em alta voz pelo Senhor, do Monte santo ele me ouviu e respondeu. .


— Eu me deito e adormeço bem tranquilo; acordo em paz, pois o Senhor é meu sustento. Não terei medo de milhares que me cerquem e furiosos se levantem contra mim. Levantai-vos, ó Senhor, vinde salvar-me! 


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Da mihi benedictionem tuam.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: Dominus sit in corde tuo et in labiis tuis, ut digne Evangelium eius pronuntiare possis: in nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amen.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Lc 19, 1-10)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: 
Dóminus vobíscum.
℟.: Et cum spíritu tuo.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Léctio sancti Evangélii secúndum Lucam. 
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória tibi, Dómine.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
.Naquele tempo, Jesus tinha entrado em Jericó e estava atravessando a cidade. Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos e muito rico. Zaqueu procurava ver quem era Jesus, mas não conseguia, por causa da multidão, pois era muito baixo. Então ele correu à frente e subiu numa figueira para ver Jesus, que devia passar por ali. Quando Jesus chegou ao lugar, olhou para cima e disse: “Zaqueu, desce depressa! Hoje eu devo ficar na tua casa”. Ele desceu depressa, e recebeu Jesus com alegria. Ao ver isso, todos começaram a murmurar, dizendo: “Ele foi hospedar-se na casa de um pecador!” 8Zaqueu ficou de pé, e disse ao Senhor: “Senhor, eu dou a metade dos meus bens aos pobres, e se defraudei alguém, vou devolver quatro vezes mais”.

Jesus lhe disse: “Hoje a salvação entrou nesta casa, porque também este homem é um filho de Abraão. Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.

Terminado o Evangelho, o diácono diz:
℣.: Verbum Dómini.
O povo aclama:
℟.: Laus tibi, Christe.
O diácono beija o livro.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração:

Pres.: Benedíctus es, Dómine, Deus univérsi, quia de tua largitáte accépimus panem, quem tibi offérimus, fructum terræ et óperis mánuum hóminum: ex quo nobis fiet panis vitæ.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação: 

℟.: Benedíctus Deus in saécula.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Per huius aquæ et vini mystérium eius efficiámur divinitátis consórtes, qui humanitátis nostræ fíeri dignátus est particeps.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: 

Pres.: Benedíctus es, Dómine, Deus univérsi, quia de tua largitáte accépimus vinum, quod tibi offérimus, fructum vitis et óperis mánuum hóminum, ex quo nobis fiet potus spiritális.

Coloca o cálice sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Benedíctus Deus in saécula.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
In spíritu humilitátis et in ánimo contríto suscipiámur a te, Dómine; et sic fiat sacrifícium nostrum in conspéctu tuo hódie, ut pláceat tibi, Dómine Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração:
Lava me, Dómine, ab iniquitáte mea, et a peccáto meo munda me.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Oráte, fratres: ut meum ac vestrum sacrifícium acceptábile fiat apud Deum Patrem omnipoténtem.
O povo se levanta e responde:
℟.: Suscípiat Dóminus sacrifícium de mánibus tuis ad laudem et glóriam nóminis sui, ad utilitátem quoque nostram totiúsque Ecclésiæ suæ sanctæ.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Rogamus te, Domine, ut oblatio sub divino tuo aspectu posita nobis gratiam obtineat tibi serviendi et aliquando aeternam beatitudinem consequendi. Per Christum Dominum nostrum.
℟.: Amen.

 PREFÁCIO DOS SANTOS PASTORES I
(A Presença dos Santos Pastores na Igreja)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: Dominus vobiscum.
℟.: Et cum spiritu tuo.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Sursum corda.
℟.: Habemus ad Dominum.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
℟.: Dignum et iustum est.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres. Vere aequum et iustum est, officium nostrum et salus nostra, semper et ubique tibi gratias agere, Domine, Pater sancte, Deus omnipotens et aeterne, per Christum Dominum nostrum. Tu nobis gaudium celebrandi dedicationem basilicarum Sanctorum Petri et Pauli tribuis, et Ecclesiam tuam exemplo vitae eorum, doctrina praedicationis eorum, et auxilio precum eorum confirmas. Ideo, cum multitudine Angelorum et Sanctorum, hymnum gloriae tuae canimus, una voce cantantes (dicentes):

SANTO

℟.: Sanctus, Sanctus, Sanctus Dóminus Deus Sábaoth. Pleni sunt cæli et terra glória tua. Hosánna in excélsis. Benedíctus qui venit in nómine Dómini. Hosánna in excélsis.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
OU CÂNON ROMANO

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Te ígitur, clementíssime Pater, per Iesum Christum, Fílium tuum, Dóminum nostrum,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
súpplices rogámus ac pétimus, uti accépta hábeas et benedícas + hæc dona, hæc múnera, hæc sancta sacrifícia illibáta, in primis,
de braços abertos, prossegue:
quæ tibi offérimus pro Ecclésia tua sancta cathólica: quam pacificáre, custodíre, adunáre et régere dignéris toto orbe terrárum: una cum fámulo tuo Papa nostro Ioannes Paulus et Episcopi nostro N. et ómnibus orthodóxis atque cathólicæ et apostólicæ fídei cultóribus.

Memento dos vivos
1C:   Meménto, Dómine, famulórum famularúmque tuárum N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
et ómnium circumstántium, quorum tibi fides cógnita est et nota devótio, pro quibus tibi offérimus: vel qui tibi ófferunt hoc sacrifícium laudis, pro se suísque ómnibus: pro redemptióne animárum suárum, pro spe salútis et incolumitátis suæ: tibíque reddunt vota sua ætérno Deo, vivo et vero.

"Infra actionem"
2C: Communicántes, et memóriam venerántes, in primis gloriósæ semper Vírginis Maríæ, Genetrícis Dei et Dómini nostri Iesu Christi, sed et beáti Ioseph, eiúsdem Vírginis Sponsi, et beatórum Apostolórum ac Mártyrum tuórum: Petri et Pauli, Andréæ, (Iacóbi, Ioánnis, Thomæ, Iacóbi, Philíppi, Bartholomaéi, Matthaéi, Simónis et Thaddaéi: Lini, Cleti, Cleméntis, Xysti, Cornélii, Cypriáni, Lauréntii, Chrysógoni, Ioánnis et Pauli, Cosmæ et Damiáni) et ómnium Sanctórum tuórum; quorum méritis precibúsque concédas, ut in ómnibus protectiónis tuæ muniámur auxílio. (Per Christum Dóminum nostrum. Amen.)

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Hanc ígitur oblatiónem servitútis nostræ, sed et cunctæ famíliæ tuæ, quaésumus, Dómine, ut placátus accípias: diésque nostros in tua pace dispónas, atque ab ætérna damnatióne nos éripi et in electórum tuórum iúbeas grege numerári.*
Une as mãos.
(Per Christum Dóminum nostrum. Amen.)

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Quam oblatiónem tu, Deus, in ómnibus, quaésumus, benedíctam, adscríptam, ratam, rationábilem, acceptabilémque fácere dignéris: ut nobis Corpus et Sanguis fiat dilectíssimi Fílii tui, Dómini nostri Iesu Christi.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Qui, prídie quam paterétur, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accépit panem in sanctas ac venerábiles manus suas, 
eleva os olhos,
et elevátis óculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipoténtem, tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Símili modo, postquam cenátum est,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accípiens et hunc præclárum cálicem in sanctas ac venerábiles manus suas, item tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mystérium fídei.
Ass.: Mortem tuam annuntiámus, Dómine, et tuam resurrectiónem confitémur, donec vénias.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.:  Unde et mémores, Dómine, nos servi tui, sed et plebs tua sancta, eiúsdem Christi, Fílii tui, Dómini nostri, tam beátæ passiónis, necnon et ab ínferis resurrectiónis, sed et in cælos gloriósæ ascensiónis: offérimus præcláræ maiestáti tuæ de tuis donis ac datis hóstiam puram, hóstiam sanctam, hóstiam immaculátam, Panem sanctum vitæ ætérnæ et Cálicem salútis perpétuæ. Supra quæ propítio ac seréno vultu respícere dignéris; et accépta habére, sícuti accépta habére dignátus es múnera púeri tui iusti Abel, et sacrifícium Patriárchæ nostri Abrahæ, et quod tibi óbtulit summus sacérdos tuus Melchísedech, sanctum sacrifícium, immaculátam hóstiam.
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Súpplices te rogámus, omnípotens Deus: iube hæc perférri per manus sancti Angeli tui in sublíme altáre tuum, in conspéctu divínæ maiestátis tuæ; ut, quotquot ex hac altáris participatióne sacrosánctum Fílii tui Corpus et Sánguinem sumpsérimus,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
omni benedictióne cælésti et grátia repleámur.
Une as mãos.
(Per Christum Dóminum nostrum. Amen.)

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Meménto étiam, Dómine, famulórum famularúmque tuárum N. et N., qui nos præcessérunt cum signo fídei, et dórmiunt in somno pacis.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
Ipsis, Dómine, et ómnibus in Christo quiescéntibus, locum refrigérii, lucis et pacis, ut indúlgeas, deprecámur.
Une as mãos.
(Per Christum Dóminum nostrum. Amen.)

Bate no peito, dizendo:
4C: Nobis quoque peccatóribus fámulis tuis,
e, de braços abertos, prossegue:
de multitúdine miseratiónum tuárum sperántibus, partem áliquam et societátem donáre dignéris cum tuis sanctis Apóstolis et Martýribus: cum Ioánne, Stéphano, Matthía, Bárnaba, (Ignátio, Alexándro, Marcellíno, Petro, Felicitáte, Perpétua, Agatha, Lúcia, Agnéte, Cæcília, Anastásia) et ómnibus Sanctis tuis: intra quorum nos consórtium, non æstimátor mériti, sed véniæ, quaésumus, largítor admítte.
Une as mãos.
Per Christum Dóminum nostrum.
E prossegue:
Per quem hæc ómnia, Dómine, semper bona creas, sanctíficas, vivíficas, benedícis, et præstas nobis.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: PER IPSUM, ET CUM IPSO, ET IN IPSO, EST TIBI DEO PATRI OMNIPOTÉNTI, IN UNITÁTE SPÍRITUS SANCTI, OMNIS HONOR ET GLÓRIA PER ÓMNIA SAÉCULA SAECULÓRUM.
O povo aclama:
Ass.: AMEN.
 
ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.:  Praeceptis salutaribus moniti, et divina institutione formati, audemus dicere.
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificetur nomen tuum; adveniat regnum tuum; fiat voluntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidianum da nobis hodie; et dimitte nobis debita nostra, sicut et nos dimittimus debitoribus nostris: et ne nos inducas in tentationem; sed libera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Líbera nos, quaésumus, Dómine, ab ómnibus malis, da propítius pacem in diébus nostris, ut, ope misericórdiæ tuæ adiúti, et a peccáto simus semper líberi et ab omni perturbatióne secúri: exspectántes beátam spem et advéntum Salvatóris nostri Iesu Christi.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Quia tuum est regnum, et potéstas, et glória in saécula.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Dómine Iesu Christe, qui dixísti Apóstolis tuis: Pacem relínquo vobis, pacem meam do vobis: ne respícias peccáta nostra, sed fidem Ecclésiæ tuæ; eámque secúndum voluntátem tuam pacificáre et coadunáre dignéris.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Qui vivis et regnas in saécula sæculórum.
O povo responde:
℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: Pax Dómini sit semper vobíscum.
O povo responde:
℟.: Et cum spíritu tuo
.
FRAÇÃO DO PÃO

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: dona nobis pacem.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dona nobis pacem.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccata mundi. Beati qui ad cenam Agni vocati sunt.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Domine, non sum dignus ut intres sub tectum meum: sed tantum dic verbo, et sanabitur anima mea.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: Corpus Christi.
O que vai comungar responde:
℟.: Amen.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, Eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. Sl 72, 28)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Mihi unum tantum bonum est: cum Deo esse, in Domino refugium meum ponere.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Nutriti, Domine, donis huius sacri mysterii, te humiliter rogamus ut nos in caritate crescere facias per Eucharistiam, quam Filius tuus nobis in memoriam eius celebrare iussit. Per Christum Dominum nostrum.
℟.: Amen.

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL SOLENE

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: Dominus vobiscum.
O povo responde:
℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote ou diácono diz:
℣.: Inclinate vos ad benedictionem.

O sacerdote estende as mãos sobre o povo, dizendo:
Pres.: Sit nomen Domini benedictum.
℟.: Ex hoc nunc et usque in sǽculum.

Pres.: Adiutórium nostrum in nomine Domini,
℟.: Qui fecit cælum et terram.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pater , et Fílius , et Spíritus  Sanctus.
℟.: Amen.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ite, missa est.
O povo responde:
℟.: Deo gratias.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

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